05 junho 2007

Uma boa notícia, para variar...

A indústria portuguesa está a crescer. Assim continue... Pode ser que um dia deixemos os deprimentes lugares da cauda da Europa!

Notícias aqui.

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30 março 2007

Curtas... mas que dão que falar!

Para mim, das notícias mais importantes dos últimos anos. A causa atribuída a um acidente numa auto-estrada, a A1, pela polícia foi outro que não o "excesso de velocidade". Fonte policial afirma que o mau piso levou a que a carrinha se despistasse, capotasse duas vezes e se imobilizasse nas duas faixas de rodagem do sentido em que seguia. O trânsito chegou a estar cortado em ambos os sentidos, pois foi necessária a aterragem de um helicóptero para assistir o ferido mais grave, que tinha um traumatismo craniano. Apenas aquela viatura esteve envolvida num acidente.
Até aqui, nada de espectacular! Não fossem estas duas curiosidades: 1) A carrinha era da Polícia, conduzida por polícias, pelo que, obviamente, vinha a cumprir as normas todas, incluindo a da velocidade. 2) Os cintos de segurança não estavam a ser usados, até porque nem existem, já que a Polícia não tem a obrigação, por lei, de usar cinto de segurança dentro das viaturas da autoridade.
Não sei se ria, se chore, por esta tristeza, assim como por todas as outras entrevistas em que ouvimos a polícia dizer, sem excepção, que a velocidade excessiva é a causadora de todo e qualquer acidente. Vai-se a ver e, afinal, o piso faz capotar uma carrinha duas vezes! Era do Estado pedir indemnização à Brisa!!! Tudo aqui.

A média é baixa, dirão alguns. Sim, um bebé nascer antes de chegar à maternidade por este Governo ter fechado o apoio médico que havia mais próximo é uma média baixa. É só um! Não custa nada. E com isto o Estado vai poupar mundos e fundos!!! Só que não foi filha de nenhum senhor importante que deu à luz numa ambulância, ou num táxi, ou num qualquer outro veículo. Quem não sofre, não se queixa! E, porque é ainda mais fácil, nem as queixas dos outros ouve.
Saber disto quando se ouvem as suspeitas de que o estudo técnico apregoado pelo Ministro da Saúde, afinal, não existe, quando se votou num referendo que permite à paciente (???) recorrer ao privado no caso de falta de tempo e/ou meios porque o Estado paga, quando se ouve falar na derrapagem das contas da despesa pública depois e durante os sacrifícios pedidos aos contribuintes, um só caso é caso para rever o caminho a seguir! Tudo aqui. (Já agora, em jeito de Graçola, vou gostar de ver algum maluco um dia debater-se por escrever A14 no campo da Naturalidade em todo o documento oficial que tenha que preencher. )

Muito rápida e facilmente: ou é da CMPorto ou é da Segurança Social, mas solteira a culpa não pode morrer! As pessoas são desalojadas e postas, temporariamente, em pensões, para 60 dias depois irem, os que tiverem direito, para habitações sociais. No entanto, as pensões eram indignas.
As pessoas são desalojadas pela CMP, que diz que as condições do local do acampamento eram perigosas para a saúde dos moradores e para a saúde pública. Desalojar o mais rapidamente possível é o melhor a fazer, desde que haja condições. A SS é contactada, não sei quanto tempo antes nem quanto tempo teve para preparar a acção, e consegue condições piores que as do acampamento nas pensões que "desenrascou", não percebo como! Deveria alguém ter feito melhor o seu trabalho? Tudo aqui.

Números e números... Tudo aqui. Mas deixo para leitura rapidíssima um parágrafo que achei interessantíssimo: "Os impostos arrecadados aumentaram o seu peso no PIB em 0,7 pontos percentuais. A despesa corrente sem juros diminuiu a sua importância na economia também em 0,7 pontos percentuais. A ajuda restante foi dada, na sua grande maioria pelo investimento, que viu o seu peso no PIB diminuir 0,5 pontos percentuais."Não me parece a forma correcta de crescer! O governo respondeu assim. Às vezes, a diferença entre a mentira e a não resposta ao que se quer, é muito ténue!

E já que falamos em impostos, e quando se fala em impostos fala-se também em cobrá-los efizcamente, o que traz ao assunto o responsável máximo Paulo Macedo e o seu salário, o que traz muitos assuntos ao barulho, eu aproveito para pegar num deles: o futebol!
A selecção, cujo responsável máximo aufere um salário que desconheço e o responsável máximo técnico aufere um salário para cima dos 150 mil €uros mensais, ficaram contentes com o empate no difícil terreno da Sérvia! Se bem me lembro esta mesma selecção ficou em 4º no campeonato Mundial, em 2º no campeonato europeu, teve glórias de todo o povo, fez história, escreverem muitos jornais e, no fim... precisamo de pagar tanto para ver alguém ficar contente com a mediocridade de um resultado 1-1 com a modesta Sérvia? A pagar, paguem a quem sabe fazer...

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12 fevereiro 2007

Aprendam...

Conto, aliás, uma história que ouvi recentemente. Um cidadão português, que sempre desejou ter uma casa com vista para o Tejo, descobriu finalmente umas águas-furtadas algures numa das colinas de Lisboa que cumpria essa condição.

No entanto, uma das assoalhadas não tinha janela.

Falou então com um arquitecto amigo para que ele fizesse o projecto e o entregasse à câmara de Lisboa, para obter a respectiva autorização para a obra. O amigo dissuadiu-o logo: que demoraria bastantes meses ou mesmo anos a obter uma resposta e que, no final, ela seria negativa. No entanto, acrescentou, ele resolveria o problema.

Assim, numa sexta-feira ao fim da tarde, uma equipa de pedreiros entrou na referida casa, abriu a janela, colocou os vidros e pintou a fachada. O arquitecto tirou então fotos do exterior, onde se via a nova janela e endereçou um pedido à CML, solicitando que fosse permitido ao proprietário fechar a dita cuja janela.

Passado alguns meses, a resposta chegou e era avassaladora: invocando um extenso número de artigos dos mais diversos códigos, os serviços da câmara davam um rotundo não à pretensão do proprietário de fechar a dita cuja janela.

E assim, o dono da casa não só ganhou uma janela nova, como ficou com toda a argumentação jurídica para rebater alguém que, algum dia, se atreva a vir dizer-lhe que tem de fechar a janela! [....]


Nicolau Santos, in "Expresso online"

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15 janeiro 2007

Para pensar... em bom português!

Grandes portugueses
JORGE MAIA

Vítor Baía e Pinto da Costa fazem parte da lista dos cem grandes portugueses. Ora, esta coisa da eleição dos cem grandes portugueses faz de nós todos pequenos portugueses ou, no máximo, portugueses médios ou assim-assim e essa é a maior das injustiças. Grandes portugueses são aqueles que acordam todos os dias às seis da manhã, para tomarem um banho a correr se quiserem ter água quente para dar banho também aos filhos que já nasceram numa maternidade espanhola e que é preciso agasalhar porque estudam numa escola sem aquecimento aonde chegam depois de duas horas num autocarro comprado em segunda-mão a um sucateiro alemão. Grandes portugueses são aqueles que apanham sete autocarros para chegar ao emprego a que nunca faltam apesar dos caprichos dos STCP ou da Carris, tanto faz, e cumprem o horário de entrada mas flexibilizam o de saída e não recebem horas extras porque vivem sob a ameaça de deslocalização da empresa para o extremo-oriente. Grandes portugueses são aqueles que enchem o metro, os comboios e os autocarros no regresso a casa aonde todos os dias fazem o milagre da multiplicação dos pães que dividem pela família antes de tentarem esquecer tudo em frente à televisão que lhes explica que é muito bom ser-se pobrezinho e que os ricos são todos muito infelizes. Grandes portugueses são aqueles que, ao fim de mais um dia destes, têm uma paciência inesgotável para os filhos que sentam no colo, enchem de mimos e educam para também eles poderem ser, um dia, grandes portugueses.

Como Vítor Baía ou Pinto da Costa.

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21 dezembro 2006

Feliz Natal a todos (e a todas, para ser politicamente correcto)!!!

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06 dezembro 2006

Enfim...

Dois por cento da população mundial reparte metade da riqueza
06.12.2006 - 10h46 Lusa

Dois por cento das pessoas mais ricas do planeta repartem entre si mais de metade da riqueza de todo o mundo, enquanto 50 por cento da população mundial divide pouco mais do que um por cento, de acordo com um estudo das Nações Unidas.

Segundo o estudo do Instituto Mundial de Investigação do Desenvolvimento Económico, da Universidade das Nações Unidas, para que uma pessoa seja incluída na metade mais rica do planeta basta que o conjunto dos seus bens financeiros e materiais, após a subtracção das dívidas, valha 1650 euros.

"Trata-se de um estudo pioneiro", afirmou o director da universidade, Anthony Shorrocks, durante a apresentação do relatório na Associação de Imprensa Estrangeira, em Londres, precisando que a investigação se baseia em dados de 2000.

Segundo o documento, um por cento dos adultos mais ricos é dono de 40 por cento dos activos mundiais, enquanto dez por cento desse grupo possuem 85 por cento de toda a riqueza.

Por zonas geográficas, "a riqueza está concentrada na América do Norte, Europa e em países da Ásia-Pacífico. A população destas nações possui colectivamente 90 por cento da riqueza total", refere o relatório.

Um por cento dos adultos mais ricos do planeta reside nos Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Canadá, Holanda, Espanha, Suíça e Taiwan.

O estudo admite que os dados podem já estar ultrapassados, porque não reflectem economias emergentes como a China, a Índia e o Brasil.

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30 novembro 2006

A caminho das 5.000 visitas...

Parabéns Gladiadores!

Obrigado Visitantes!

O que precisamos agora é de mais comentários...

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